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O Primodos e outras formas de Testes de Gravidez Hormonal (HPT) eram pílulas prescritas por médicos à mulheres de diversos países entre 1956 e 1978 para testar a gravidez. Esses medicamentos, constituídos por hormônios, agiam forçando o fluxo menstrual caso a mulher não estivesse grávida e substituíam o teste de urina como forma mais rápida de obter resultados.

Esses medicamentos foram retirados do mercado em 1977, após milhares de mulheres que usaram o medicamento darem luz a bebês com más-formações.

Durante anos, o vínculo entre a droga e as crianças nascidas com má formações congênitas não foi comprovado. Contudo, uma investigação do Sky News ‘Primodos: The Secret Drug Scandal’ mudou isso. A investigação encontrou evidências de que a Schering – empresa fabricante – foi avisada pelas autoridades reguladoras do Reino Unido sobre os possíveis danos que a droga estava causando e, deliberadamente, destruiu as provas legais para impedir futuras ações judiciais.

Em seguida, uma pesquisa inovadora produzida pela Universidade de Oxford em novembro de 2018, estabeleceu uma conexão entre o Primodos e as más-formações de bebês cujas mães haviam usado o medicamento. Essa pesquisa provou não apenas as más-formações congênitas, mas também más-formações mais específicas, incluindo as cardíacas, músculo-esqueléticas, neurológicas e neuro-genéticas.

O Primodos foi o teste de gravidez hormonal mais utilizado no Reino Unido. Foi fabricado por uma empresa chamada Schering, que agora pertence à Bayer Plc. Evidências sugerem que os fabricantes falharam em pesquisar e testar os medicamentos antes de vendê-los. O governo não implantou o sistema de freios e contrapesos apropriado para garantir que esse medicamento fosse adequadamente regulamentado no mercado.

A equipe de negligência médica do escritório PGMBM está representando clientes em ações coletivas para que possam obter a indenização que merecem.

PGMBM (um nome comercial de Excello Law Limited) – Número de licença SRA 512898